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Zeski de Tiago Iorc se conecta com Reconstrução

Por Redação

Tiago Iorc acabou de lançar o projeto Reconstrução. Ficamos tentados em falar de modo esmiuçado sobre a riqueza audiovisual dos temas que ele abordou.

Reconstrução é trajetória artística. Pode ser um pensar raiz. Por esta única razão não dá pra deixar passar. Temos que falar sobre o assunto, até porque a ênfase em uma reconstrução pode ser uma completa desconstrução, um se livrar de ruínas ou dar novos sentidos a elas.

Em outra oportunidade faremos um escrito completo sobre Reconstrução. Neste momento, damos destaque para a faixa Desconstrução. Caso ainda não tenha ouvido e visto o vídeo, ao certo, ficará surpreso. Aliás, com toda a série lançada por Tiago Iorc depois de um ano de hiato.

Na semana passada estávamos elaborando uma pauta de trajetória do Tiago Iorc com foco no álbum Zeski. Já ouviu?

Tiago Iorc compõe em diferentes idiomas. De fato, este não é um fator irrelevante. Neste disco você encontrará muitas músicas em inglês e algumas em português. Antes da música instrumental que leva o nome do álbum de onze faixas, Zeski, você escutará apenas músicas em inglês. Em seguida, as faixas que ele escolheu cantar em português.

Este fator não era encontrado nos discos anteriores ao Zeski. Let Yourself In (2008) e Umbilical (2011) foram integralmente gravados em inglês.

Quando você ouvir o álbum que estamos indicando e prestar atenção nos detalhes, sentirá toda a força de uma obra artística que pode ser encarada como um bom livro de poesia. Este não é o único ponto. Pode ser vista também como uma síntese de vida.

Zeski, de Tiago Iorc, é um trabalho de um artista que concebeu aspectos importantes e únicos de sua vida e resolveu transpor para a arte.

Não prestar atenção na arte é desconsiderar a liquidez da vida. A arte, mesmo que pessoal, intimista, nos dá a liberdade de relacionar as mensagens com a nossa existência.

Neste álbum, muitas faixas vão te chamar atenção.

Skin Deep abre o álbum em ótimo estilo. Para você que curte um bom folk ou quer conhecer ainda mais o gênero, esta é uma ótima indicação.

E o som que ele canta com a Maria Gadú? É um diálogo entre artistas inimaginável. Música Inédita é o nome da canção.

O disco agrega outras participações, igualmente muito qualificadas, como a de Daniel Lopes, no sucesso Um Dia Após o Outro, e de Silva na música Forasteiro. Também há interpretações conjuntas que dão a possibilidade de alcançar uma visão ainda mais abrangente do álbum. Zeski ficou ainda mais completo com estas parcerias artísticas.

It’s a Fluke vai te deixar boquiaberto. Letra de arrepiar. Linda harmonia e poesia, riqueza de arranjos. Uma música para ouvir sempre. Acreditamos que este som reflete uma espécie de ápice da inspiração.

Tempo Perdido foi uma surpresa. A maneira como Tiago Iorc interpretou foi inovadora. Como dar uma nova leitura para um clássico já mais que consolidado no rock nacional?

Por qual razão resolvemos falar de um álbum lançado em 2013? Simples, porque ele permanece atual e se conecta com Reconstrução.

Você presta atenção em trajetórias artísticas?

Imagem de destaque: Divulgação

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