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O caso do saci – Nelson Cruz

R$11,00

‘Não basta só contar histórias e não acreditar no que fala.’ Quem diz isso é Manfredinho, um garoto decidido a convencer os adultos de que lenda não é conto para criança dormir. Sua irmã, Andrea, também compartilha da mesma opinião. A menina insiste que a causa para o desaparecimento do dinheiro do pai é o duende brasileiro. Foi num dicionário que os irmãos souberam da existência do Saci-Pererê. De uma perna só, assusta as pessoas e rouba seus objetos. O ponto culminante, no entanto, se deu quando o boneco Pinóquio sumiu de vez. Se o Saci existe ou não virou tema da hora do jantar. As crianças, porém, ignoram que a família sofre ameaças dos malandros do bairro, Jorge Gato e João Raposo. Com freqüência, o pai das crianças, Zé Preto, tem que lidar com os gatunos, que extorquem dinheiro, na promessa de segurança. Mesmo sem saberem das chantagens dos gatunos, as crianças encaram a responsabilidade de ajudar os pais com o mistério. E a solução parece simples – reviver a fantasia dos mitos infantis. Zé Preto e sua esposa Dalva moram com os filhos numa casa amarela e baixa, na rua Tombador, do Bairro do Ipê. Trata-se de um subúrbio, localizado no alto de um morro, de onde se pode ver os prédios da cidade. Com uma horta de couves e uma jabuticabeira, a residência é o porto-seguro da família. Há até uma oficina na qual Zé Preto reformou o boneco Pinóquio para Manfredinho e Andrea. O brinquedo foi achado pelo pai enquanto trabalhava. Catador de papel era sua profissão; vendia para seu amigo Pandeiro o que recolhida no dia. Assim, dividia com Dalva as despesas da família. Mas é no final que o leitor se emocionará com as surpresas. A solução dada por Nelson Cruz para desvendar o mistério vai além da própria imaginação infantil. Ele mostra como os adultos podem se surpreender com lendas para crianças e até, rememorar a própria infância.
Seminovo, ótimo estado de conservação.

Descrição

O caso do saci‘Não basta só contar histórias e não acreditar no que fala.’ Quem diz isso é Manfredinho, um garoto decidido a convencer os adultos de que lenda não é conto para criança dormir. Sua irmã, Andrea, também compartilha da mesma opinião. A menina insiste que a causa para o desaparecimento do dinheiro do pai é o duende brasileiro. Foi num dicionário que os irmãos souberam da existência do Saci-Pererê. De uma perna só, assusta as pessoas e rouba seus objetos. O ponto culminante, no entanto, se deu quando o boneco Pinóquio sumiu de vez. Se o Saci existe ou não virou tema da hora do jantar. As crianças, porém, ignoram que a família sofre ameaças dos malandros do bairro, Jorge Gato e João Raposo. Com freqüência, o pai das crianças, Zé Preto, tem que lidar com os gatunos, que extorquem dinheiro, na promessa de segurança. Mesmo sem saberem das chantagens dos gatunos, as crianças encaram a responsabilidade de ajudar os pais com o mistério. E a solução parece simples – reviver a fantasia dos mitos infantis. Zé Preto e sua esposa Dalva moram com os filhos numa casa amarela e baixa, na rua Tombador, do Bairro do Ipê. Trata-se de um subúrbio, localizado no alto de um morro, de onde se pode ver os prédios da cidade. Com uma horta de couves e uma jabuticabeira, a residência é o porto-seguro da família. Há até uma oficina na qual Zé Preto reformou o boneco Pinóquio para Manfredinho e Andrea. O brinquedo foi achado pelo pai enquanto trabalhava. Catador de papel era sua profissão; vendia para seu amigo Pandeiro o que recolhida no dia. Assim, dividia com Dalva as despesas da família. Mas é no final que o leitor se emocionará com as surpresas. A solução dada por Nelson Cruz para desvendar o mistério vai além da própria imaginação infantil. Ele mostra como os adultos podem se surpreender com lendas para crianças e até, rememorar a própria infância.
Seminovo, ótimo estado de conservação.

Informação adicional

Peso 0.100 kg
Dimensões 1 x 17.00 x 23.00 cm

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