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Sou Gilberto Mariano Tenorio Junior, 28, arquiteto urbanista e artista plástico. Desenvolvo um trabalho artístico e cultural, focado na ancestralidade e na ecologia. Realizo grafites e telas com barro pintadas com tinta de pigmentos naturais. Produzida de modo artesanal, representa a ancestralidade africana e indígena de forma simbólica, busca inspiração para pensar a relação do homem com a natureza e a técnica artística em harmonia com o meio ambiente, para causar o mínimo impacto e simbolizar outras realidades culturais possíveis e simultâneas, que não se perderam em um passado remoto, mas convivem de forma contemporânea com a sociedade atual.

É preciso outro olhar para valorizar essas culturas que convivem de forma harmônica com o meio, entendendo-as como pertencentes à natureza e interdependentes.

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Pensamos em nós mesmos como seres fora do ecossistema, nosso meio é totalmente construído/artificial, somos dependentes do dinheiro e do que o mercado nos oferta. Precisamos resgatar as nossas raízes e a ancestralidade para retomar a relação harmônica e duradoura com o meio.

A partir disso idealizei o Quilombo Cultural, um evento que busca o resgate da ancestralidade afrobrasileira e indígena no território de Botucatu, reunindo grupos e pessoas que valorizam as raízes históricas da cidade.

Idealizador do Coletivo de Arte e Cultura de Botucatu, que questiona a democratização da cidade como plataforma para a popularização da cultura e da arte, de modo que atinja o maior número de pessoas, inclusive nas áreas mais periféricas da cidade.

Participante do Projeto Jardins Comestíveis, que alia paisagismo à produção de alimentos, no posto de saúde de um bairro periférico da cidade, busca também resgatar o conhecimento de plantas medicinais e a prática de plantio por parte das famílias, a maioria de origem rural, que possuem grandes conhecimentos sobre agricultura.

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Todos esses trabalhos surgem de uma busca por uma cultura mais respeitosa, tanto pelo meio ambiente como pela nossa ancestralidade, que é responsável pelo momento contemporâneo. Somos parte do meio e da evolução natural da terra. Tudo está interligado, os problemas individuais, coletivos, sociais e ambientais.

Precisamos contribuir para que esse ciclo continue. Só continuaremos fazendo parte desse ciclo natural e divino se soubermos respeitar e conviver com a natureza, de maneira sincera, moldando nossa cultura e nosso ser a partir dela, e não o contrário, utilizando esses conceitos de forma significativa em nosso dia a dia e em todas as áreas do conhecimento.

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