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Uma nostalgia boa é ouvir Fugees

Uma nostalgia boa é ouvir Fugees. Eles emplacaram não apenas sucessos que até hoje são cantados no mundo, mas trouxeram à tona outras formas de fazer arte, sobretudo música negra.

Mistura de sons — reggae, hip-hop e música caribenha —, também para dar um pouco do tom, simplesmente porque as influências transcendem qualquer definição voltada para um estilo ou outro.

Wyclef Jean, Lauryn Hill e Pras Michel inseriram em sua musicalidade referências artísticas muito bem consolidadas, temáticas de cunho social importantes para a humanidade e uma sonoridade única.

The Score foi lançado no dia 13 de fevereiro de 1996. Este é o segundo álbum do trio que marcou a história do hip-hop, não apenas pela inovação, algo inegável quando pensamos em toda obra artística do Fugees, mas pelo amplo reconhecimento que esse álbum adquiriu.

Foi nesse álbum que ficaram conhecidos os sucessos Read or Not; Killing Me Softly (cover de um clássico dos anos 1970, que foi sucesso na voz de Roberta Flack); Fu-Gee-La e a versão que o trio fez de No Woman No Cry, clássico do lendário Bob Marley.

The Score ganhou o Grammy de Melhor Álbum de Rap no 39º Grammy Awards, que ocorreu em fevereiro de 1997. Um prêmio de muita relevância em qualquer época, mas estamos falando do fim da década de 1990, tempo em que, em vários aspectos, o Rap ainda estava consolidando sua visibilidade em alta escala pelo mundo. Algo que foi ocasionado muito por conta do trabalho desenvolvido pelo Fugees.

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Década de 1990, promissora para diversos estilos musicais. Muitos de nós estávamos vidrados nas telas da MTV. Clipes demonstrando estilos diferentes de vida: sons oriundos da alma, independente de estarmos falando de Ritmo e Poesia ou dos sons de Seattle, dos riffs pesados de metaleiros que influenciaram toda uma geração, ou dos corais de música gospel. Trata-se da inspiradora década de 1990. De quais formas isso é significativo para o universo da arte? Em outros textos voltaremos neste assunto…

Fugees olhou para a frente e fez um som ainda atual hoje em dia. Conhecemos como afrofuturismo esta máxima. É impressionante a capacidade de alguns artistas ao olhar de maneira promissora para as próximas tendências da arte. No caso do Fugees, eles influenciaram um conjunto de artistas que vieram após o trio, mas estamos falando de um grupo que percebeu e explorou as melhores alternativas para levar seus pensamentos e convicções para a frente.

Não nos referimos somente a prêmios e reconhecimentos, mas também de reflexões latentes. Por alguns até consideradas fortes, incisivas. Dá para encarar os pensamentos disseminados pelo Fugees desta forma?

Ainda em 1997, The Score chegou ao topo das paradas da Billboard 200Top R&B/Hip Hop Albums; foi também certificado como disco de platina pela Recording Industry Association of America. Um marco para a época.

No ano seguinte, The Score foi incluído na lista dos 100 melhores álbuns de rap da revista The Source.

Já em 2003, foi ranqueado o número 477 na lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.

The Score está também na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

Não apenas para quem curte Rap, mas para quem aprecia música de qualidade, pensada nos mínimos detalhes a passar para a frente mensagens contundentes.

Vai perder a oportunidade de mergulhar em uma produção artística deste porte?

Imagem de destaque: Divulgação

Texto elaborado por Redação Inspirando Sonhos

Ruffhouse: From the Streets of Philly to the Top of the ’90s Hip-Hop Charts

2 Comentários

  • Alice Posted 8 de junho de 2019 02:04

    E bota boa nostalgia nisso. Que gostoso é voltar no tempo desta forma.

  • Plínio Posted 8 de junho de 2019 22:10

    Minha trilha sonora até hoje. Senti apenas falta de falarem de forma mais específica de cada um dos integrantes e não apenas do trio.

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