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Exalando Esperança – Jean Mello (eBook Kindle)

Exalando Esperança – Jean Mello (eBook Kindle)

Jean manifesta forte esperança, crendo na possibilidade de que o jogo duro que o povo joga há décadas contra antigos trapaceiros, um dia terá um placar justo, revertido a favor de quem foi roubado por muitos séculos. E em muitas passagens deste livro há o questionamento das divergências, das discrepâncias, das contradições, desconfiando daquilo que o sistema estabeleceu como desenvolvimento fundamental, mas que é inaceitável, infelizmente, por estar em detrimento do povo que alicerça a opulência dos ricos.

O autor insiste em suscitar o debate em quase todas as páginas, principalmente nas que levanta as questões do preconceito, do machismo e do totalitarismo com muita propriedade, com argumentos fundados, com muita brandura e sabedoria, num compromisso em querer libertar os “ignorantes” (dando até mesmo exemplo de diálogo com um amigo que reproduzia um discurso de ódio em frente à casa do autor) daquilo que, durante séculos, incutiram na mente da sociedade que insiste em propagar o vírus que a tornou doente, adiante às novas, puras e ingênuas gerações por vir.

Alba Atróz

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Jean Mello lança nova edição de “Exalando Esperança” em parceria com a Amazon

Jean Mello lança nova edição de “Exalando Esperança” em parceria com a Amazon

Por Jean Mello

A nova edição de “Exalando Esperança”, está disponível em 13 países nas lojas Kindle

Saiu a nova edição de “Exalando Esperança”, no formato eBook Kindle. Você poderá ler em todos os dispositivos, com preço especial.

Sou fã dos livros de papel e estou, neste exato momento, cercado por muitos deles, são partes de mim. Mas, também estou admirado com o formato digital. Sigo nessa importante tendência literária e tecnológica.

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O Matador de Estrelas e Lua, Preto Japi

O Matador de Estrelas e Lua, Preto Japi

Por Alba Atróz

Preto Japi morava num dos barracos às margens da curva do rio. Lá perto da pedreira. Notívago, com seu 38, de cara sempre amarrada, gostava de apagar a luz das estrelas do céu e murchar o luar do bairro – a noite era dele. Assim, sob o temor, a gente se recolhia muito cedo. Quando qualquer barulho semelhante a um tiro se misturava aos uivos ou latidos de cães na madrugada, o povo despertava assustado dizendo: – Japi deve ter matado mais um por aí.

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Minha escola construída por sobre o campo do meu pai

Minha escola construída por sobre o campo do meu pai

Constructo de Alba Atróz

Ao abandonar a família…, melhor dizendo, seus cinco filhos e esposa, em 1982, ano de Copa do Mundo, meu pai também deixava os amigos, desfalcava o time do A.E Brasil F.C e os queridos e antigos campos de várzea do bairro de Guaianases, onde costumava jogar como lateral direito.

Ao ser mandado embora de uma padaria da Sta. Efigênia, na qual trabalhou por quase dez anos, pegou os direitos trabalhistas, dizendo-se cansado da vida e do casamento, gastou praticamente todo o dinheiro com uma viagem à Bahia, sua terra natal, e voltou com dúzias e dúzias de fotografias que mostravam pontos emblemáticos da terra de Jorge Amado e Caymmi, entre eles o Farol da Barra, o Pelourinho e a Praia de Itapuã.

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Vila Jaú F.C Versus Guaianases F.C

Vila Jaú F.C Versus Guaianases F.C

Por Alba Atróz

Em memória de meu querido avô Gonçalo (1937-1998) que gostava de me contar histórias:

“Se Nelson Rodrigues estivesse sentado num daqueles banquinhos de madeira do campo do Vila Jaú, iria ter o privilégio de contemplar o maravilhoso espetáculo futebolístico que lhe daria o mesmo sabor de um FLAxFLU assistido das arquibancadas de um Maracanã. Ambos eram times formados por operários e chefes de família. Homens que se divertem, mas com amor e honra às camisas de seus times. De um lado, o Guaianases, time de tradição e longa história. Time que já revelou craques que até chegaram a jogar no ‘timão’ levados pelo presidente Vicente Matheus. Do outro, o Vila Jaú, time de muita raça e valentia, conhecido por ter uma torcida vibrante, apaixonada, que lota as caçambas dos caminhões da pedreira para ir ver o time jogar em qualquer lugar.

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A minha salvação

A minha salvação

Por Alba Atróz

Já ia para um mês o seu estado crítico financeiro e a fome o devorava. Deixou de ficar debruçado na janela, contando o número de ratazanas que saiam dos encanamentos irregulares por onde vinham todo o fétido esgoto que desaguava no córrego a passar rente aos barracos da favela.

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A Escotilha

A Escotilha

Por Alba Atróz

E a curiosidade raiou infantil e desejosa. As nuvens ainda podiam ser vistas por ela não como partículas de gelo ou água em estado líquido, mas como algodões doce, pois os oito anos de Cristina ainda eram capazes de afastar as realidades do mundo adulto e conduzi-la pela ingenuidade pueril.

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Bola Fora

Bola Fora

Por Alba Atróz

No tempo em que Guaianases não passava de um bairro anônimo, escondido do mundo, oferecendo informação apenas através da tevê ou do rádio, tendo ainda como seu centro uma pequena avenida principal com uma precária passarela que se ligava à estação velha e algumas lojinhas, armazéns e barbeiros de canto tentando sobreviver, a rua se sobressaía como o único espaço da diversão para a molecada.

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Trajetória do escritor Alba Atróz

Trajetória do escritor Alba Atróz

Nasci em 1978, entre a pobreza gritante de Guaianases, extremo leste da capital. Cresci em estado de vulnerabilidade, pisando descalço em ruas de terra e esgoto a céu aberto, juntamente com meus seis irmãos, a sofrer, sobretudo, o abandono paterno, lutando com a mãe contra a fome, em busca das necessidades básicas, numa casa humilde, de apenas três cômodos, construída em terra de parentes que, muitas vezes, nos desconsideraram.

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Resenha crítica da obra Fim de Tarde, de Jean Mello

Resenha crítica da obra Fim de Tarde, de Jean Mello

Resenha Crítica da obra Fim de Tarde, de Jean Mello
(Constructo de Alba Atróz – 29 de maio de 2016)

O meu trabalho como resenhista tende a valorizar o autor e sua obra, mas, sobretudo, digo que viso despertar a vontade de ler e adquirir conhecimentos através desse importante ato. Desta vez, trago à tona Fim de tarde, de Jean Mello. Uma obra que clareia com profunda e amparadora luz literária uma parte muito escurecida da cidade, infelizmente; dormitando, por assim dizer, no entorno, à margem, num submundo que anseia ser visto e amparado pela superfície de um contraditório mundo, e que, sem dúvida, tem muito a ensinar e aquecer os frios da alma.

Em “Fim de tarde”, temos um andarilho perspicaz, questionador dos valores e real importância de ser cidadão na cidade grande. A sensibilidade de Jean, o cronista, se apodera dos elementos que passam desapercebidos no vai e vem da megalópole sem os reduzir. O autor caminha entre mundos que estão em desavenças materiais, sociais e políticas numa mesma e enorme paisagem que traz vislumbres poéticos e artísticos – catárticos. O escritor adentra pela relação do belo naquilo que quase sempre está rejeitado, perdido – talentos enterrados! -, desvelando a importância de um olhar mais humano em detrimento da arrogância, ódio e descaso – em favor da equidade social.

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Alba Atróz

Alba Atróz

Alba Atróz é como o Allan Regis se sente: uma metamorfose de um pássaro albatroz quando este se viu fora ou rancado de seu habitat natural, longe de seu arquipélago, dos nevoeiros descritos por Baudelaire, em risco de extinção, obrigado a refugiar-se às margens, na periferia da grande e caótica metrópole, entre outros seres em diáspora, na luta por manter-se vivo.

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